“Vai dar tudo certo, não vai? Agora ta doendo demais, mas isso vai passar, não é? Bom.. As pessoas pelo menos dizem isso… não dizem? Na verdade, eu não sei. Não tenho ninguém pra enxugar minhas lágrimas e me dizer que “isso vai passar” , só tenho a mim e um pingo de esperança que ainda resta. Não sei como essa esperança ainda se mantem firme em mim. Eu devo ser muito, mas muito forte pra estar de pé até hoje. Mas às vezes me pergunto… Será que ninguém percebe que esse brilho nos meus olhos são lágrimas se esforçando para não cair e que esse sorriso é apenas uma máscara? Será que sou tão boa atriz ao ponto de enganar a todos? “Você tá ótima hoje, viu um passarinho azul foi?” Eu não to ótima, eu to morrendo por dentro. Será que você não vê isso? Eu só quero um abraço, será que isso é tão complicado de entender? Às vezes, penso que pra mim não tem mais solução, vai ser sempre assim… Sorrisos automáticos, conversas sem nenhuma profundidade e ninguém pra olhar nos meus olhos e dizer: “eu sei que você não ta bem”.”
Isabelle (via borboletanoestomago)

O problema é que eu não consigo imaginar ninguém além de você ao meu lado.



“Chega uma hora em que o coração cansa. Cansa de ser iludido, de ser partido em milhões de pedacinhos. Cansa de esperar por alguém ou algo que realmente te surpreenda e te faça enxergar um outro lado da vida. Cansa de amar sozinho, de esperar, de se doar, se entregar, sofrer, lutar sozinho. E é nessa mesma hora que ele cansa de ter esperanças, desiste do amor, por ter lutado tanto e não ter ganho absolutamente nada.
Depois de tantas desilusões não há mais nada o que esperar dele, a não ser mágoas, lágrimas, noites em claro, e a incapacidade de amar de novo. E esse coração se torna vazio, sem esperanças, frio, cheio de desilusões e completamente despedaçado.
E no final tudo o que você precisa é de alguém que tenha coragem de imendar todos os pedacinhos quebrados, derreter o gelo criado em torno desse coração e devolver a você a vontade de amar de novo.”
Isabelle (via borboletanoestomago)

“Sei que por dentro
Leva no peito toda desilusão
Chora em segredo
Sofre em silêncio, eu sei
Que a vida vai ser bonita
E com o tempo eu volto a sorrir”
— Não vai voltar - Onze:20 (via borboletanoestomago)

“Segurou minha mão e perguntou se eu tava bem, como eu tava na escola. Eu disse que tava tudo certo. A senhora disse que ia sair daquele hospital e ia pro baile na quarta, quinta, sexta, sábado e domingo. E eu sorri e disse que ia sim, que a senhora iria ficar bem. E disse que dia 25 ia ter festa (meu aniversário) e a gente iria fazer uma festona.
No dia do meu aniversário fui te visitar e a senhora parecia bem, já estava sentando na cama, porém não comia.
Em um domingo, fui de novo e a senhora estava muito bem. Nem estava mais precisando da ajuda de aparelho para respirar. Porém, mal comia.
Um dia a minha madrasta foi dormir no hospital com a senhora e ela disse que a senhora chamava o nome do meu avô (falecido) e falava pra ele vir te buscar.
Fiquei uma semana sem ir te visitar.. A senhora ficou bem, recebeu alta e foi pra casa.
Hoje (11/05) às 9:00 da manhã passou mal, meu pai chamou a ambulância, mas não foram. Então meu pai e meus tios te colocaram dentro do carro e foram até o pronto-socorro. O médico não estava, então meu pai ligou pra ele e ele não foi te atender.
Então, às 14:00 da tarde, a senhora sofreu uma parada cardíaca. E meu pai desesperado, ligou para o médico e falou muita merda pra ele e sabe o que o imprestável do médico fez? Desligou na cara do meu pai.
E agora.. Sofremos, por culpa do imprestável do médico. Mas nós sabemos que a senhora está nesse momento, muito bem, muito feliz, de braços dados com meu avô, não estão vovó? Era o que a senhora mais queria! E os dois agora, juntos, vão nos olhar, nos iluminar.
Fique com Deus, sempre.”
— Isabelle para vovó!

“Tá tudo tão frio aqui, tá tão vazio. Até os minutos custam a passar, tá tudo tão complicado, tão sem graça, sem vida, sem cor nenhuma. Nem bons sonhos eu tenho tido mais, aquele sorriso que antes vinha tão facilmente com qualquer brincadeira ou boas lembranças, ja não vem mais. Os dias já não tem a mesma luz, as noites se tornaram tão mais tristes do que já costumavam ser. Posso ouvir a chuva caindo lá fora agora, e as lembranças começam a me atormentar, por instantes sinto falta de coisas que eu jamais tive, isso faz doer aqui dentro. Um carinho, um abraço apertado, uma mão amiga, era tudo o que eu precisava a um segundo atrás, e agora preciso mais do que antes. Nada tá saindo como eu planejava, solidão tem sido tão presente nos últimos dias. Não quero mais lembrar, não quero sentir, não quero passar por tudo isso. Quero que esses dias passem rápido, quero fechar os olhos e só abri-los quando tudo voltar a ter cor, quando os dias voltarem a brilhar como antes, quando meus sonhos e meus sorrisos voltarem pros meus dias. O que faz curar isso? Como fazer um coração voltar a pulsar? Quero tudo, tudo que eu nunca tive, de volta.”
Isabelle (via borboletanoestomago)

“Quantas vezes o seu coração já foi partido em milhares de pedacinhos? Quantas vezes você já ficou chorando e sangrando quando se decepcionou com uma pessoa que talvez nunca imaginou que ela pudesse fazer isso? Quantas vezes você ficou triste durante um sábado inteirinho? Quantas vezes você já sentiu um aperto no coração? E quantas vezes você morreu por causa disso?”

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